quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

A Questão Do Desmatamento

É difícil acreditar que em pleno século XXI o mundo continue a desmatar suas florestas de forma predatória e criminosa, mais isso é uma realidade. Realidade essa que se agrava no Brasil onde a maioria das emissões de CO2 são causadas por desmatamento cerca de 75% segundo o relatório de 2010 do Projeto Direito e Mudanças Climáticas. Esse desmatamento apesar de ocorrer em todo o território nacional, se agrava muito de um bioma para o outro, vejamos, por exemplo, o caso da mata atlântica que tem hoje apenas 12% de sua área original o que sinceramente me deixa muito envergonhado com o meu país. Quando observamos o cerrado vemos que as coisas vão ao mesmo ritmo, pois ele já perdeu 49,1% de seu território original e sua exploração é bem mais recente que a da mata atlântica. Se observarmos a floresta amazônica que é considerada o pulmão do planeta as preocupações só aumentam já que ele que é o mais extensão de todos já perdeu cerca de 14% de todo o seu território na chamada Amazônia legal. Vale ressaltar que mesmo com todas essas noticias negativas o IBGE também observou uma redução no desmatamento da Amazônia legal diminuiu de 2008 para 2012 ele ainda é preocupante, pois mesmo com a queda se mantem em níveis muito autos. Todo esse desmatamento está diretamente ligado a uma serie de doenças principalmente respiratórias, que geram prejuízos e também muitas mortes todos os anos. O desmatamento se mantem auto, pois desmatar se tornou uma atividade muito lucrativa, seja pra fazer pastagem ou plantar soja a interesses milionários no desmatamento de um país em que tudo que se planta dá como diz a música. É de estrema importância que o governo tome medidas serias para conter o desmatamento dos nossos biomas. A população também pode e deve fazer a sua parte fiscalizando, denunciando, cobrando sempre das autoridades respostas sobre esse que acredito ser um dos maiores problemas da nossa atual sociedade. Os dados a cima estão no site do IBGE. Texto de: Robson Rocha Ramos

O pré-sal e os vilões do clima

Novo relatório do Greenpeace lista os 14 maiores projetos de produção e exploração de combustíveis fósseis para as próximas décadas e seus impactos no aquecimento global. A expansão da exploração de minas de carvão na China está em primeiro entre os 14 projetos mais perigosos para o clima nas próximas décadas. Quem são os vilões mundiais do clima? Aqueles projetos que, apesar do alerta da comunidade científica global, pretendem levar adiante a exploração de combustíveis fósseis como petróleo, carvão e gás –maiores responsáveis pelas emissões de gases do efeito estufa? Relatório lançado hoje pelo Greenpeace Internacional dá nome aos suspeitos. Chamado “Caminho sem Volta” (tradução livre do inglês “Point of no Return”), o documento identifica os 14 maiores projetos de energias sujas planejados para as próximas décadas. O Brasil aparece na nona colocação com a exploração do pré-sal, óleo descoberto nas camadas profundas do oceano e que irá contribuir com a emissão de 330 milhões de toneladas de CO2 por ano até 2020. “Com um potencial abundante de geração renovável como eólica, solar e biomassa, o Brasil perde a chance de inovar e deixaria de se posicionar como uma das economias mais sustentáveis e limpas do planeta”, disse Ricardo Baitelo, da campanha de Clima e Energia do Greenpeace Brasil. “Infelizmente, o governo investe uma enormidade de recursos em uma exploração arriscada do ponto de vista técnico e altamente danosa para o clima.” (fonte: http://www.greenpeace.org/brasil)